Hackathon Inova Agro já começou e conta maior número de participantes de todas as edições

Hackathon 2023

São 170 inscritos que buscam soluções digitais para o gado de leite, desde os insumos até o produto final.

Foi aberto na noite desta quarta-feira, 3, a 4ª edição do Hackathon Inova Agro, com 170 inscritos, registrando o maior número de participantes da maratona de tecnologia que integra a Exposição Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Maringá (Expoingá). “É um número expressivo. Temos 30 equipes formadas, com profissionais e estudantes de diversas áreas, entre programadores, desenvolvedores, gestores, pecuaristas, inventores e outros amantes do assunto”, diz Beatriz Poletto, gestora de Agronegócio do Sebrae Noroeste do Paraná, parceria do evento.

A competição foi criada pela Sociedade Rural de Maringá (SRM) e faz parte da programação da Expoingá, maior evento do agronegócio do noroeste paranaense.

A abertura ocorreu na unidade regional do Sebrae de Maringá e irá se estender por três dias, com o encerramento programado para a noite de sexta-feira, 5, na própria feira de exposição. A edição de 2023 é voltada a buscar soluções digitais para o gado de leite, desde os insumos até o produto final. “No primeiro dia, sete mentores apresentaram problemas do setor e, a partir de então, os participantes devem propor soluções. Seguindo a programação, nesta quinta, terão mentorias de negócios para tirar o plano do papel. Contamos, inclusive, com uma equipe da medicina veterinária da UniCesumar que irão auxiliar nos projetos”, explica Cezar Augusto Fornazaro, diretor da SRM Jovem.

Para o diretor, é um grande desafio, mas que sempre gera grandes ideias. “Não é simples criar um negócio em três dias, mas é possível propor algo bem formatado, com um plano bem definido para podermos levar para frente. A proposta é essa: grandes ideias que tragam melhorias para o mercado”, destaca Fornazaro.

Hallison Bracalhão, estudante do penúltimo ano de Engenharia de Software e profissional de tecnologia da informação, é um dos participantes e está empolgado com a maratona. “Pesquisei sobre as principais problemáticas da produção de leite e deu para entender algumas dificuldades desse setor. Uma das ‘dores’ dos produtores é a falta de monitoramento. Voltado para esse cenário, faremos um projeto para monitorar o rebanho e a qualidade do leite. Agora é o momento de desenvolver e arquitetar o sistema”, comenta o participante.

No terceiro dia, no parque de exposição, os projetos serão apresentados e julgados por uma banca julgadora multidisciplinar. Os três primeiros colocados serão premiados com R$ 6 mil e ainda receberão um camarote individual. “Queremos estimular o empreendedorismo e agregar mais valor a economia. E mesmo aqueles que não alcançarem as primeiras posições, poderão estruturar seus projetos e levar suas ideiais adiante. É um aprendizado e em uma grande oportunidade”, conclui Wendell Gussoni, gerente regional do Sebrae Paraná.

 

 

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